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ACCITA apoia fim da bitributação das empresas do Simples

 

Mobilização aconteceu em frente ao Palácio Piratini e entidades entregaram uma carta endereçada ao governador cobrando o fim da sobrecarga de impostos.

 

Foto: Imprensa/CDL/POA

Matéria: Bira Costa/Online Assessoria/Comunicação & Jornalismo

 

Micro e pequenos varejistas de todo o Estado ocuparam a frente do Palácio Piratini na manhã da terça (23), com objetivo de pressionar o governo estadual a dar fim à sangria imposta às empresas optantes pelo Simples desde que o decreto nº 46.485 de 2009 foi implantado no Rio Grande do Sul.

 

As entidades envolvidas no movimento Chega de Mordida! (CDL Porto Alegre, Federasul, AGV, Fecomércio, Instituto Liberdade do RS, ADVB/RS, AGERT, ACLAME, ACOMAC e SINDIÓPTICA, SINDEC e Força Sindical) uniram forças às entidades representativas dos pequenos comerciantes do interior gaúcho.

 

Durante toda a manhã, os manifestantes, vestidos de preto, clamaram pela presença do governador Tarso Genro, mas não foram atendidos. Também formularam a Carta de Porto Alegre, documento que foi entregue para o assessor do gabinete da Casa Civil, Inácio Fritzen.

 

Tapes e o Impacto local

 

Segundo o presidente da Associação Comercial, Cultural e Industrial de Tapes (ACCITA), Mahmoud Hotar, é imperioso que o Governo do RS defina uma lei estadual em que pese à igualdade de tributos. Conforme a proposta as Câmaras de Dirigentes Logistas do RS pedem ao governo do Estado a suspensão imediata de cobrança de diferença de alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aplicada em produtos comprados fora do Estado de empresas enquadradas no Simples Nacional. Atualmente, em produtos comprados fora do Estado é cobrado ICMS diferenciado de 5% e dos importados de 13%, o que vem sufocando os logistas gaúchos que pagam mais que os catarinenses, por exemplo.

 

Preocupado com os reflexos no comércio da cidade de Tapes, o presidente da ACCITA disse que se isso for acatado pelo Governo do Estado, via CDL´s, o comércio local vai ficar livre de tantos impostos e poderão investir nas vendas. “Essa diferença já esta incluída no Simples, é preciso se reduzir estes 5% de imposto. O Governo do RS deve criar uma lei pra não entrar mercadoria aqui sem declarar esta diferença de imposto, em guias de trânsito. Eu acredito que todos os interessados do RS vão pagar essa guia e o governo vai arrecadar melhor e as empresas gaúchas vão ficar fortalecidas”, afirmou o presidente Mahmoud da ACCITA.

 

Participaram da mobilização nesta terça feira (23) entidades como CDL Porto Alegre, Federasul, AGV, Fecomércio, Instituto Liberdade do RS, ADVB/RS, Agert, Aclame, Acomac e Sindióptica, Sindec e Força Sindical.

 


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